A NOTA DA COPA
NOTA 9
English:
http://www.africagoodnews.com/2010-fifa-world-cup/9-out-of-10-for-south-african-world-cup.html
"A nota desta Copa, numa escala de 0 a 10, é 9."
Joseph Blatter, presidente da Fifa.
Panorama - Radar - Lauro Jardim - Fonte: Veja - Edição 2174.
Amorim - http://amorimcaturas.blogspot.com/
O DISPENSADO
A Copa não foi totalmente perdida par Dunga. Faturou 3 milhões de reais como patrocinado da Oi e da AmBev e nem vai precisar trabalhar nos seis meses finais dos contratos, que acabam em dezembro.
Panorama - Radar - Lauro Jardim - Fonte: Veja - Edição 2174.
COPA DO MUNDO
A Fifa já começou a visitar os candidatos a abrigar as Copas do Mundo de 2018 e 2022. As inspeções durarão dois meses e começarão pelo Japão, candidato, com Austrália e Qatar, ao Mundial de 2022. Inglaterra, Rússia, Estados Unidos, Espanha/Portugal e Holanda/Bélgica são candidatos para 2018 e/ou 2022. A Fifa irá anunciar as sedes de seu maior torneio em dezembro deste ano.
Fonte: Folha de S.Paulo - 18/07/10.
FALTA DE TRANSPARÊNCIA NO PONTAPÉ INICIAL DA COPA DO MUNDO NO BRASIL
Inevitavelmente, um clima de euforia domina boa parte dos cidadãos brasileiros quando o tema é a tão esperada Copa do Mundo de 2014. Entretanto, quando uma questão, qualquer que seja, envolve dinheiro público, o que deve prevalecer é a seriedade e a transparência.
Reportagens de Flávia Martins y Miguel, publicadas nas edições dO TEMPO nessa semana, mostram que, a quatro anos da realização do maior torneio do futebol mundial, o poder público dá a sua primeira bola fora.
O Ministério do Esporte dispensou concorrência pública para contratar uma empresa do setor tecnológico, sob a justificativa de que tal companhia possui especialização para o serviço prestado. O argumento poderia tornar dispensável a licitação. Porém, especialistas do setor colocam essa condição em xeque.
À jornalista, a Calandra Soluções não quis explicar quais são os critérios técnicos que justificariam a ausência de licitação. Já a assessoria de imprensa do Ministério do Esporte, que durante a apuração das informações mostrou-se pouco disposta a viabilizar o esclarecimento dos fatos, restringiu-se a dizer que a empresa possui "notória especialização" sem, no entanto, explicar que notória especialização é esta - diferentemente do que diz a Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações de Minas Gerais, que classificou a contratação como "temerária".
Dentre os escassos documentos publicados pelo ministério, é possível detectar apenas que não está claro para a sociedade como se deu, nesse caso, o uso de R$ 1,457 milhão dos cofres públicos. Não, necessariamente, trata-se de uma irregularidade. Entretanto, uma discussão sobre a moralização nos gastos da União já está aberta.
Por que o ministério não expõe detalhes dessa contratação? Por que a assessoria se recusa a disponibilizar em meios públicos, como a internet, dados sobre o processo de escolha da empresa? Se a falta de transparência for o pontapé inicial, o que será dos muitos e dispendiosos contratos que ainda estão por vir? (Anderson Alves)
Aparte - Fonte: O Tempo - 20/07/10.
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